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Bailes de Debutantes – Liga NOS – Do motor nipónico à máquina italiana

Bailes de Debutantes – Liga NOS – Do motor nipónico à máquina italiana

Inicia-se aqui uma série de artigos sobre os estreantes absolutos em diversas ligas europeias, dos consagrados aos jovens, dos ‘excêntricos’ nas origens aos que subiram a pulso na pirâmide futebolística, procurando estabelecer uma escolha heterogénea que, como sempre, é subjectiva, pois reflecte a visão do autor.

Em cada uma destas peças haverá alguns elementos em comum, o limite de escolha dentro de cada equipa a um nome apenas, precisamente para alargar, ‘democratizar’ um pouco as escolhas, salvo uma excepção – obrigatória pela completa falta de alternativas, e o Bom Futebol.

Num país onde há muito se deixou de falar mediaticamente de futebol, do futebol, que existe – no seu contexto de importância – por se fazer dentro de competições, que incluem não três, mas 18 formações – no caso da Liga NOS, é ainda mais relevante extravasar o óbvio e fazer diferente, reclamar esse espaço que nem a Liga Portugal, nem a Federação Portuguesa de Futebol – responsáveis máximas, de cúpula e de base – se mostram interessadas em mediatizar, se não por terceiros, utilizando e criando os seus próprios meios de comunicação e informação para o efeito.

No caso da Liga NOS, excluíram-se igualmente os futebolistas listados no anterior onze publicado aludindo a jogadores subavaliados no contexto da liga portuguesa 17/18.

MURIEL

Gaúcho, de Novo Hamburgo, Muriel faz parte das centenas de milhares, talvez mais, de brasileiros com raízes germânicas, daí a razão de algumas cidades do Rio Grande do Sul terem nomes como a nativa do guardião do Restelo. Com passaporte alemão, Muriel tem em Os Belenenses a sua primeira experiência fora do Brasil, aos 30 anos, conseguindo chamar a atenção para o seu trabalho com a ‘Cruz de Cristo’ ao peito.

Formado no Internacional de Porto Alegre, Muriel passou três anos a disputar a rede do ‘Colorado’ com o irmão ‘caçula’ Alisson, entretanto transferido para a AS Roma e já internacional ‘AA’ pela ‘canarinha’, pode-se dizer mesmo que Alisson lhe ‘roubou’ as redes em 2014 depois de três épocas em que Muriel se afirmou no Inter.

Tal como o irmão mais jovem, as qualidades de Muriel renderam-lhe internacionalizações jovens pelo Brasil, participando no Mundial de sub20 de 2007 como uma das alternativas a Cássio, à altura já no PSV, onde não vingou, campeão brasileiro pelo Corinthians neste 2017.

Muriel exibe belos reflexos, ainda que seja vistoso – como guardião brasileiro típico, tem agilidade felina e reage muito bem às segundas bolas. Além de ‘encher’ a baliza, Muriel Becker tem uma visão de área, nota-se como um guarda-redes da nova vaga, defende bastas vezes perto da linha de pequena área, trabalha bem os pés e pernas nos movimentos de defesa, mas fá-lo igualmente em posse, o que pode possibilitar uma pressão mais alta à equipa que o tenha nas costas.

A sua baixa médica recente no Restelo poderá ser custosa para Os Belenenses. Uma estreia tardia fora do país, porém com sucesso e que até o poderá catapultar para outros voos num futuro recente.

STÉPHANE SPARAGNA

Se é comum, desde há alguns anos, a liga portuguesa acolher futebolistas gauleses, habitualmente dos escalões terciários franceses, não o é assim tanto com jovens talentos promissores, muito menos para emblemas fora do âmbito classificado nacionalmente como ‘grande’.

Sparagna tem 22 anos, é internacional francês sub20 e sub21, tem formação na reputada escola do Marselha, em cuja primeira formação se estreou aos 19 anos. Apesar de somar minutos no OM, faltava a Sparagna uma sequência para lhe dar crescimento e maturidade, todavia a temporada passada no histórico Auxerre foi mediana e cifrou-se por uma salvação da descida ao terceiro escalão no limite. Sparagna dividiu-se entre o centro da defesa e o meio-campo, com maior ênfase no seu papel primário, central.

A opção pelo Bessa revelou-se acertada e o jovem gaulês tem exibido competência e qualidade, ainda se percebendo a juventude em alguns excessos, na imprudência de algumas abordagens ‘à queima’, contudo facilmente se observando a margem e potencial que o jovem possui para a posição de central ou mesmo de pivot defensivo.

NIKOLA MARAS

Outro jovem central, Maras tem 21 anos e já somava mais de 100 encontros pela primeira equipa do Rad Belgrado aquando da sua chegada a Trás-os-Montes. É um líder nato, um ‘xerife’ central, já chamado à principal selecção sérvia, fazendo recordar os tempos em que a Chaves chegaram internacionais búlgaros, sérvios, croatas, finlandeses.

Maras chegou ao Chaves em cima do fecho do mercado e a nossa chamada de atenção para este jovem tem sido plenamente confirmada, ao ponto de outros media, os mais ‘tradicionais’ em Portugal, nos terem ‘seguido’ no sublinhar da qualidade potencial e mesmo rápido ‘olho grande’ por este potente defesa.

Tem saída de bola, bom passe a média/longa distância, revela maturidade forte – pelos anos já de futebol sénior – para a idade, sabe actuar na marcação ou nas sobras, à zona ou individual, já tem ‘vista na bola’, sendo difícil de driblar, e é muito físico. Maras possibilita aos médios boas linhas de passe e pode desequilibrar positivamente em processos de construção, sabe sair a jogar até ter boa linha de passe, algo ainda não aproveitado – a nosso ver – da melhor forma por Luís Castro e que pode permitir uma ainda maior-valia ao técnico transmontano na moldagem positiva do seu futebol ao leme dos ‘Valentes Transmontanos’.

PABLO SANTOS

Uma das melhores defesas da liga, reflexo do seu treinador Daniel Ramos, o Marítimo seria dos clubes com mais de um elemento – Bebeto foi um dos destacados na nossa anterior peça sobre a liga portuguesa – mas Pablo Santos é um debutante de qualidade. Polivalente, central ou defesa esquerdo, Pablo tem golo e chega do único clube sénior que conheceu, o Paysandu, para se mostrar na montra da ‘Pérola do Atlântico’.

A lesão que sofreu não abalou o Marítimo, o que enaltece ainda mais a qualidade do trabalho de Daniel Ramos e equipa técnica, porém é um elemento que aporta mais ao onze, forte na marcação e antecipação, Pablo ainda não exibiu as suas capacidades na plenitude, o que se aguarda a surgir no retorno, mas já deu para tirar as linhas-mestras nos bons encontros que realizou.

ALFA SEMEDO

Ainda que o Moreirense seja último na tabela, nem por isso deixar de merecer realce o ‘perna longa’ Alfa Semedo, um menino luso-guineense que em 2014 deixou o Fidjus para se afirmar nos juniores do Benfica. Na temporada transacta foi cedido pelas ‘Águias’ ao Vilafranquense e aí somou minutos, participou em quase todos os encontros da equipa no Campeonato de Portugal Prio, ganhou estofo e convenceu Manuel Machado a recrutá-lo para Moreira de Cónegos, onde Sérgio Vieira – outro debutante absoluto, este no banco – o poderá continuar a trabalhar no eixo do meio-campo.

Com 20 anos, Alfa Semedo pode ser fulcral para os ‘Djurtus’ no futuro e tem potencial futebolístico para se afirmar no contexto profissional europeu. Ainda tem imenso para evoluir, refrear um pouco na natural tendência em ir à queima, Alfa permite ter uma ideia ‘guardiolista’ de futebol, pode baixar para o meio dos centrais em processo de início de construção e abrir várias linhas de crescimento em posse.

Alfa é mais um elemento com ‘calo’ Campeonato de Portugal e afirmar-se na Liga NOS! Continua um número excessivamente escasso de recrutamentos para a qualidade que cada ‘rede de pesca’ tem trazido à liga.

Alfa Semedo MNM Sport Management

CLÁUDIO FALCÃO

Acaba por ser uma das maiores surpresas da Liga NOS 17/18, chegado ao Aves para a equipa ‘B’, desmantelada somente um ano após a sua bem-sucedida – resultadisticamente – época de estreia, Cláudio Falcão foi dos poucos ‘sobreviventes’ ‘B’ e de antecipada ‘terceira’ solução, o médio brasileiro vincou espaço e está a mostrar boa qualidade – relembrando-se que estava a fazê-lo no Distrital do Porto a época passada.

Uma das diferenças fundamentais das avaliações nos sites portugueses prende-se com a altura do jogador, dado como com 1,70 m por cá, ainda que pareça ter mais e surja daí com 1,85 m, mas independentemente disso, Cláudio Falcão apresenta-se com argumentos inesperados, sabe posicionar-se, tem interessante capacidade de desarme, falha nos timings de posse e passe, sendo a decisão em posse uma das situações que terá de aprimorar. Apesar de tudo, sem uma formação de ‘craque’, feita no local Aquidauanense, está a revelar-se no Aves e a mudança técnica não lhe retirou espaço, até ao mais recente desafio, pelo menos. Terá a palavra Lito Vidigal

TOMÁS PODSTAWSKI

É uma das nossas ‘vacas sagradas’. Víamos o potencial deste menino aos 16/17 anos, já com maturidade que o colocaria em primeira equipa estivesse ele a evoluir num clube inglês, francês, espanhol, polaco, croata ou holandês. Infelizmente, Tomás já entrou em fase de regressão pelo excessivo tempo passado na ‘B’ portista. Bom Futebol é, no entanto, nota deste jovem médio.

A ida para Setúbal, tardia, tem vários pontos positivos, finalmente futebol de ‘primeira’ para o jovem médio luso-polaco, um treinador com provas dadas no potenciar de futebolistas em início de carreira e que conseguiu, por exemplo, dar a necessária confiança a João Mário para ‘explodir’, quando também já estava a exagerar nas cedências e a regredir competitivamente, podendo também Tomás recuperar índices de confiança, sendo de sublinhar que a grave lesão não ajudou – de todo – ao seu processo afirmativo, pois teria provavelmente saltado já para a Liga NOS não fosse essa situação.

Médio polivalente, dotado de capacidade técnica, visão de jogo, Tomás já foi utilizado a central, tem sido rotulado como médio de cobertura, contudo tem também capacidades criativas e ofensivas que o enquadram num perfeito ‘box-to-box’ e cujo remate também deveria ser trabalhado, pois a média distância é cada vez mais um acrescento face a equipas fechadas e de marcações assertivas aos elementos mais ‘destacados’.

O regresso ao ‘passado’ recente do Vitória sadino não facilita este debute, as questiúnculas directivas e o retomar de boatos de salários em falta minam qualquer balneário e afectam naturalmente os comportamentos no relvado. Ainda assim, Tomás Podstawski, internacional português desde os sub16, presente nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, continua a ter tudo para se confirmar como futebolista de topo e é um dos nossos eleitos para este onze de debutantes da Liga NOS 17/18.

ÓSCAR BARRETO

O Rio Ave possui a estrela dos bancos da Liga NOS 17/18. Miguel Cardoso tem correspondido, mesmo ultrapassado, às nossas excelentes expectativas sobre o seu trabalho. Os vilacondenses são os que melhor futebol apresentam na liga, olhando à relação meios-matéria-prima-mão-de-obra-qualidade apresentada, o que valoriza naturalmente cada integrante das escolhas do jovem treinador chegado agora da Ucrânia.

Óscar Barreto não é excepção, porém o jovem colombiano confirma-se como uma muito boa cedência alcançada pelo Rio Ave.

Com 24 anos, Barreto brilhou no La Equidad como criativo ofensivo, sem zonas fixas de actuação e a mostrar um potencial de remate a média distância de salientar, tendo por caso um rival plenamente à altura nos Arcos, João Novais, outro futebolista cujo trajecto e tempo de jogo escasseiam perante a qualidade apresentada a cada espaço em que lhe permitem explanar o seu futebol.

O clube da capital colombiano, Millonarios, levou-o para Bogotá e Barreto não teve a sequência antecipada, tornando-se mera alternativa e opção de banco. Cocca ainda o teve em conta, ao contrário de Miguel Ángel Russo, razão para esta bela cedência ao Rio Ave, onde tem alinhado primordialmente no flanco direito. É um driblador e tem de trabalhar esse aspecto, pensar mais colectivamente e usar melhor os companheiros, a sua capacidade para desequilibrar facilmente possibilita o 2-1 com colegas próximos e melhor progressão. Não deixa de ser uma das boas aquisições da Liga NOS 17/18.

BRUNO FERNANDES

Claramente a estrela da Liga NOS 17/18, acima dos concretizadores ou dos artistas constantemente na ponta da boca de alguns comentadores, Bruno Fernandes apenas é uma surpresa para quem não segue o Observatório Ligas Europeias de Futebol, onde o seu Bom Futebol é acompanhado desde a sua chegada a Itália.

Formado nas escolas do Boavista, o médio assumiu o risco transalpino, um país pouco dado a lançar jovens, ainda que seja um dos maiores recrutadores de adolescentes carregados de potencial, ganhando a aposta em pleno.

Bruno Fernandes iria para a ‘Primavera’ do Novara, em 12/13, ainda com 17 anos e num plantel que tinha… Seferovic, marcou alguns golos na equipa júnior do clube e as lesões e maus desempenhos levam Attilo Tesser ao despedimento, ele que lhe deu alguns minutos num encontro, sendo Aglietti a apostar sem mácula no jovem maiato para o meio-campo.

As exibições do português ajudam a levar um Novara do 18.º lugar na Série B, à 22.ª jornada, à 5.ª posição e acesso ao play-off de subida à Série A.

Na época seguinte salta para a Udinese, onde se inicia igualmente na equipa ‘Primavera’, ganhando estatuto de figura na Série A TIM e com elogios de elevada bitola por parte de um senhor do futebol transalpino, Antonio Di Natale.

Três temporadas de grande qualidade no Friuli, salto para Génova e para a Sampdória, afirmação nas várias selecções jovens lusas, mesmo a ‘contragosto’ de alguns, notando-se resistências à sua chamada, apesar de todo o lustro em Itália, até ao retorno a Portugal pela porta maior.

Na chegada ainda teve vozes duvidosas por parte de diversos especialistas, os mesmos que se enchem de elogios para com o médio de classe mundial sem qualquer ligação formativa ‘grande’, que prova – se necessário fosse – não existir um elo obrigatório entre qualidade na formação e esse selo ‘grande’, a qualidade pode surgir em qualquer local e o Bom Futebol de Bruno Fernandes é o cúmulo ou prova real disso mesmo.

Bruno Fernandes tem visão, em posse e sem posse, posicionamento bem cultivado em Itália, pulmão, remate e golo, é brilhante em qualquer posição do miolo, seja num papel mais ofensivo, mesmo em espaço próximo de um ponta-de-lança, ou numa posição mais equilibradora, pode actuar como interior e até no apoio às laterais já exibe capacidades. Às qualidades inatas que chegam dos tempos de menino do Bessa, acrescem as técnico-tácticas adquiridas no futebol transalpino, ele que viveu este período transitório em Itália, defrontou um Sarri na ‘B’ aquando da sua passagem pelo Novara, vivenciou este novo paradigma mais votado à criatividade e ofensividade que se vem assistindo na Série A TIM desde há quatro/cinco temporadas.

HARIS SEFEROVIC

Apesar de ter desaparecido das opções de Rui Vitória, até ao regresso de Jonas e enquanto foi acarinhado, Seferovic mostrou-se à altura do desafio da Luz e, para os que facilmente se esquecem, garantiu importantes pontos no fraco arranque de temporada do Benfica.

Sem nunca ter tido uma veia goleadora de avançado centro, Seferovic é um futebolista com uma qualidade potencial ainda por explorar. Em Frankfurt souberam potenciar as suas capacidades na concretização e, particularmente, no passe final. Se durante anos fomos admiradores de Rui Vitória, hoje em dia notamos algumas incongruências e falta de alguma coisa para burilar alguns futebolistas, para compreender onde estes melhor encaixam e como poderão acrescentar à equipa.

Na época em que partilhou balneário com Bruno Fernandes encaixou 10 golos e seis assistências, aqui para ver os golos e onde andava o adolescente luso também.

Apesar de parecer ter caído em ‘desgraça’ para o treinador do Benfica, a par de outros valiosos nomes, o internacional helvético terá de trabalhar inevitavelmente o seu lado mais débil – mental, a confiança e a falta de sensação de ‘elo central’ tornam Seferovic numa banalidade e aos 25 anos tem de ter essa faceta controlada. Não deixa, no entanto, de ser – para nós – um dos bons debutantes da Liga NOS, com minutos suficientes para avaliação (Ruben Dias, por exemplo, ainda necessita de mais tempo de jogo para confirmar o tremendo potencial que, até ao momento, denota).

SHOYA NAKAJIMA

O Bom Futebol orgulha-se de ter sido o primeiro em Portugal a aludir para o talento que este jovem trazia à liga, confirmando em pleno a nossa ‘premonição’ conhecedora, para ler ou reler aqui Nakajima, terá a Fórmula 1 chegado ao Portimão do futebol?

Num Portimonense carregado de valor, onde Pedro Sá, Paulinho, Fabrício, Lumor, Lucas Possignolo, Ewerton ou Dener poderiam entrar nos debutantes de eleição da Liga NOS 17/18, a escolha ‘algarvia’ teria de ser inevitavelmente Nakajima, pela juventude, que partilha com outros acima nomeados, mas principalmente pela notável adaptação a uma liga, língua, costumes, alimentação tão diferentes dos japoneses, e abrilhantando cada jogo com as suas intervenções de gala.

Sem estar numa formação de elite nipónica, o seu passe pertence ao FC Tóquio, Nakajima já se exibia de forma lustrosa na JLeague, apesar de não ser sequer figura principal nas selecções jovens, e antecipámos o seu impacto em Portugal, caso lhe fossem dados minutos de afirmação, o que sucedeu por parte de Vítor Oliveira, com a melhor resposta possível do jovem talento, que não é um verdadeiro flanqueador, é um futebolista ofensivo capaz de alinhar em qualquer posição nas costas do elemento mais adiantado.

Existem ocasiões em que Nakajima parece pensar em modo excessivamente acelerado face aos companheiros, notava-se isso no Japão e é igualmente um espelho nesta sua passagem pelo Portimonense. Talvez seja erro seu, em nosso ver não, é um Bom Futebol que os companheiros necessitam de compreender, pois está habitualmente à frente dos adversários também, quando assim é…

Não faltariam outras escolhas para integrarem este lote, porém onze são onze e o limite de um por equipa foi definição também inicial para a compilação destes Bailes de Debutantes. Assim, o Bom Futebol chega a mais formações e traz mais equipas!

 

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