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Campeonato Europeu de Sub-21 – Grupo C – 1ª Jornada

Campeonato Europeu de Sub-21 – Grupo C – 1ª Jornada.

Hoje teve início a 1ª jornada do Grupo C do Campeonato Europeu de Sub-21. Jornada que colocou frente a frente a poderosa seleção Alemã contra a interessante seleção da Republica Checa. Mais tarde foi a vez da sempre eficaz, tanto a defender como a atacar, Itália, frente à surpreendente, super defensiva seleção dinamarquesa.

Alemanha 2-0 Republica Checa:

Para esta partida o selecionador alemão, Stefan Kuntz, fez alinhar o seguinte onze:

Seleção Alemã em 4-2-3-1.

Já, Vítězslav Lavička, selecionador checo, montou a equipa do seguinte modo:

Republica Checa num muito variável 4-2-3-1.

1ª Parte: 20 minutos impressionantes dos Checos.

O jogo inicia muito interessante. Quando se esperava uma Alemanha a pegar no jogo “tranquilamente” desde trás, eis que se deparam com uma Republica Checa muitíssimo pressionante, tanto ao portador da bola como à zona, não dando o mínimo espaço e causando imensas dificuldades aos alemães, para imporem o seu jogo de construção. Acabando, igualmente, com isto, por elevar e muito o ritmo de jogo nos minutos iniciais.

Os Checos não davam espaço aos Alemães. Foto: UEFA

Uma Republica Checa muito personalizada, não deixava, sequer, a Alemanha sair do seu meio campo com bola.

Os primeiros 20 minutos de jogo foram de claro sinal mais para a Republica Checa, que apesar de não ter tido um lance de real perigo, foi a que, até então, teve mais perto de o criar.

O ritmo era elevado e o desgaste checo começava a dar sinal. A intensidade da sua pressão alta da formação acaba por baixar bastante. A Alemanha tem então mais espaço para organizar o seu jogo, em primeira fase. Mas ao chegarem ao último terço, dada a boa organização checa, acaba por se precipitar e por não conseguir criar perigo para a baliza de Zima.

Depois de um momento do jogo muito duro e faltoso, em que a selecção germânica continuava a ganhar maior clarividência no seu domínio de bola, a Alemanha tem finalmente a sua primeira boa oportunidade de golo.

Grande arrancada de Gnabry (minuto 27), pelo flanco esquerdo, chegando primeiro que o seu adversário à bola, remata com a parte exterior do pé e obriga Zima, guardião Checo, a defender, com dificuldades. A bola vai ao poste e para canto. Do canto, resulta um lance inconsequente.

A Alemanha continuava a dominar a posse e a Republica Checa a controlar todas as iniciativas, até que ao minuto 44, os germânicos conseguem chegar ao golo.

Max Meyer celebra o primeiro golo alemão. Foto: UEFA.

A bola é recuperada ainda no meio campo adversário. Sobra para Gnabry, que passa para Weiser, este entrega a Max Meyer que dribla muito bem o seu adversário direto e remata, forte e colocado, para o golo que coloca a Alemanha na frente do marcador, (Alemanha 1-0 R. Checa).

Estatisticas da Primeira Parte. Fonte: meusresultados.

2ª Parte: Domínio Alemão.

A Republica Checa volta a entrar bem logo no primeiro minuto, com uma boa iniciativa ofensiva/coletiva. Mas a Alemanha, desta vez, não se deixa ficar e responde logo de seguida. Weiser a rematar, já dentro da área, para defesa de Zima.

Os Checos voltam com as linhas novamente muito altas, mas com uma pressão muito menor.

Cinco minutos após o reinício da partida, Gnabry recebe uma oferta de Sacek para fazer o segundo da partida e para a Alemanha. Grande passe de Arnold para as costas do lateral direito checo. Sacek mete mal o pé a bola, a mesma sobra para Gnabry que remate bem e forte com o pé direito, fazendo o segundo da partida.

Serge Gnabry comemora com os seus colegas de equipa o segundo golo da Alemanha. Foto: UEFA.

Após o segundo golo, a R. Checa parece perder totalmente o ânimo. Já a Alemanha acaba por ficar dona e senhora da posse da bola e do jogo. Com maiores facilidades em construir o seu jogo a seu belo prazer.

Pouco antes do minuto 60, um erro do guarda-redes a alemão, Pollersbeck, quase permite ao extremo esquerdo checo fazer o golo. Jankto é rapidíssimo a pressionar o guardião, que remate contra o checo. A bola quase vai na direcção do golo.

Um golo da R. Checa, por esta altura, poderia dar ânimo à mesma e ao jogo. Mas a selecção germânica parece estar segura e confortável com os dois golos de vantagem.

A Alemanha continuava a controlar e, ao minuto 70, após grande passe de Arnold, Max Meyer remata para mais uma boa defesa de Zima. Já a R. Checa, tentava chegar ao golo a todo o custo, mas com pouca qualidade e critério.

O jogo ia perdendo interesse com muitas perdas e recuperações de bola. Muita disputa pela posse.

Ao minuto 84, o árbitro espanhol, Jesús Gil Manzano, dá penalti para Alemanha. Selke ficou com a responsabilidade de converter a grande penalidade em golo, mas foi impedido de o fazer por Zima, que com uma grande defesa evitou o 3-0.

Schick sempre muito interventivo. Foto: UEFA.

Minutos depois, bela jogada da R. Checa, que poderia ter dado golo, mas que foi mal aproveitada por Schick.

Ate aos minutos finais, foi a R. Checa a fazer de tudo para fazer o golo e a Alemanha a tentar o contra ataque rápido, aproveitando a subida de toda formação checa.

Estatísticas da Segunda Parte. Fonte: meusresultados.

Jesús Gil Manzano apita para o final de uma partida bem interessante em que o poderio alemão levou a melhor a uma Republica Checa muito interessante.

Estatísticas Gerais do Jogo. Fonte: meusresultados.

Dinamarca 0-2 Itália:

Niels Frederiksen escolheu este como o melhor onze para esta partida:

Seleção Dinamarquesa num defesivo 4-4-1-1.

O italiano, Luigi Di Biagio fez alinhar o estes onze italianos para levar a melhor os nórdicos:

Itália num tradicional 4-3-3.

1ª Parte: Jogo de sentido único.

Após uma primeira tentativa, logo no primeiro minuto, por parte da Dinamarca de causar perigo, a Itália passava a controlar, rapidamente, a partida. Organizando o seu jogo a partir dos centrais, Rugani e Caldara.

A posse da bola continuava nos pés italianos, sempre desde trás. Com tranquilidade, de passe simples e rasteiro. Assim que a bola chegava ao trio da frente (Bernardeschi, Berardi e Petagna), a velocidade aumentou bastante, mas até ao momento não conseguiam criar real perigo.

Por outro lado, a Dinamarca rapidamente perdia a posse da bola. Apresentando-se como a seleção mais fraca do grupo. Aparentemente muito presos à grande qualidade de Andersen (sempre presente na criação ofensiva) e uma ou outra individualidade.

O tempo ia passando e o jogo muito igual ao seu início. A Itália a controlar e a construir, enquanto a Dinamarca se limitava a defender.

Na primeira parte o jogo foi tão de sentido único que o Guardião Italiano, Donnarumma ficou sozinho no seu meio campo. Foto: UEFA.

O minuto vinte e um foi o momento do primeiro lance de perigo. Cruzamento do lateral esquerdo Barreca, para a área, a defesa dinamarquesa falha a intersecção e, é Conti, o lateral direito que surge ao segundo poste a rematar à malha lateral.

Seis minutos depois, é Benassi a colocar o guardião dinamarquês em sentido, obrigando-o a intervir. A passe de Berardi, da esquerda para o centro do terreno, Benassi, com espaço, desfere um remate forte para defesa de Hojbjerg.

A partida aproximava-se cada vez mais do intervalo e, sempre, com mesmo sentido. Dinamarca a defender e Itália a atacar, mas com grandes dificuldades em desfazer a fortaleza dinamarquesa.

Até ao apito para o intervalo a seleção italiana tenta forçar cada vez mais, mas não consegue chegar à vantagem. O intervalo chega com o 0-0.

Estatísticas da Primeira Parte. Fonte: meusresultados.

2ª Parte: Itália a ser Itália.

Itália volta para o segundo tempo muito mais forte, ofensiva e a não desperdiçar qualquer oportunidade de rematar à baliza. A diferente atitude dos italianos acabou por dar frutos. Ao minuto 54, Pellegrini, num remate acrobático faz o justo golo para a seleção italiana.

Pellegrini festeja o golaço que acaba de fazer. Foto: UEFA.

Depois do golo, a Dinamarca liberta-se, procurando empatar novamente a partida. Os dinamarqueses crescem na partida.

Após o novo folgo dinamarquês, a seleção italiana acaba por equilibrar um pouco mais a posse e, quase sempre, por travar todas as iniciativas dinamarquesa.

Com vantagem no marcador a Itália passa cada vez mais a ser Itália (Arte de bem defender e a contra atacar), controlando os ataques Dinamarqueses e colocando-os em sentido.

Antes dos 10 minutos finais da partida, destaques para os remates de Borsting, que passava a ser o mais esclarecedor e inconformado, que obrigou Donnarumma a aplicar-se, e de Chiesa, que tinha entrado para o lugar de Berardi, a rematar forte para defesa do guardião dinamarquês, Hojbjerg.

Petagna festeja o segundo da Itália. Foto: UEFA.

Já dentro dos últimos 5 minutos, canto batido por Bernardeschi para o segundo poste. A bola sobra para Chiesa, que dribla muito bem o seu adversário e cruza de imediato para a entrada da pequena área onde surge o ponta de lança Petagna a concluir para o segundo da Itália. Petagna queria muito este golo, muito trabalhou e tentou para o obter, e conseguiu.

Estatísticas da Segunda Parte. Fonte: meusresultados.

Estatísticas do Jogo. Fonte: meusresultados.

Até ao final da partida viu-se, naturalmente, a Dinamarca a tentar a sua sorte, mas sem resultado. Uma vitória mais que justa, da equipa que realmente procurou bem mais ganhar o jogo.

 

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