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Final Euro 2017 Sub19 – Portugal, Um a Um:

Final Euro 2017 Sub19 – Portugal, Um a Um:

Portugal perdeu esta final, mas saiu com certezas de que, em diversos setores, o futuro está assegurado. Depois da análise à final, fazemos a leitura individual de cada um dos jogadores portugueses presentes na partida.

Diogo Costa:

Muito tranquilo durante os primeiros 15 minutos de jogo, muito dado o domínio da posse da bola e do jogo por parte de Portugal. Esteve sempre atento e intervindo positivamente em todos os lances aos quais foi chamado. Não teve qualquer culpa em qualquer um dos golos que sofreu. Terminou a partida na área contraria, tendo cabeceado para fora, na ultima oportunidade de Portugal empatar a partida e prolongar a decisão do vencedor.

Diogo Dalot:

Igual a si próprio. O corredor direito foi, praticamente, todo seu. Sempre muito interventivo ofensivamente. Defensivamente esteve muito atento e ia conseguindo eliminar as dificuldades que Sessegnon, seu opositor direto, ia causando. Terminou, já desgastado, a lateral esquerdo. Sempre muito solicitado.

Diogo Queirós:

O líder da defensiva Portuguesa. Sempre a organizar o murro nacional e muito atento para dobrar bem tanto João Queirós como Diogo Dalot. Foi apanhado de surpresa no lance do 2-1 para a selecção inglesa.

João Queirós:

O central de marcação ao avançado inglês, Nmecha, esteve sempre muito atento e não dando qualquer espaço. Ofensivamente foi igualmente importante para causar perigo nas bolas paradas. O jogador MAIS da primeira parte. Mas, já diz o ditado, melhor pano cai a nódoa, e foi exactamente isso que aconteceu a João Queirós e à Seleção de Portugal. Um erro do central Português permitiu à Inglaterra fazer o 2-1, num momento em que Portugal dominava.

Abdu Conté:

Abdu teve muito mais trabalho defensivo do que Dalot durante todo o tempo que teve em campo, tendo, igualmente, sido muito mais comedido ofensivamente. Com limitações em termos de intervenções ofensivas, talvez por indicações técnicas, ajudaram a que o lateral esquerdo português se apresenta-se para esta final como o jogador MENOS. Dando, igualmente indícios de algum nervosismo. Acabou, necessariamente, substituído, já em momento de desespero.

Rui Pires:

Muito importante no equilíbrio defensivo que dá à equipa. Quando com bola, Rui Pires não complica, joga simples e quase sempre bem. Aquando da subida de produção por parte dos ingleses, foi visível que o médio portista esteve demasiadamente defensivo e muito chegado aos centrais, o que fez recuar demasiadamente a equipa. Já na segunda parte e com o resultado 1-1, com o domínio nacional, Rui Pires, consequentemente, esteve muito mais subido e a selecção melhorou muito mais.

Gedson Fernandes:

Dos médios mais importantes da formação portuguesa. Indispensável para ligar o meio campo ao ataque e sempre muito interventivo defensivamente, tanto posicionalmente, como na pressão em zonas mais adiantadas no terreno de jogo. Foi caindo de produção ao longo do tempo. Terminou o jogo a fechar à direito da defensiva portuguesa.

Domingos Quina:

O verdadeiro patrão da construção de jogo da selecção portuguesa. Sempre presente nas melhores fases da nossa selecção, na construção do jogo ofensivo. Nem sempre tomando as melhores decisões.

Dju:

Sempre em diagonais da direita para o centro do ataque, abrindo espaço para as iniciativas ofensivas de Dalot. Teve ao minuto 55 a oportunidade de empatar a partida já dentro da pequena área, pouco depois do golo inglês. A sua alteração poderá ter pecado por tardia, dada a necessidade de ter um elemento mais junto do ponta de lança, Rui Pedro, no ataque de Portugal.

João Filipe:

Ia demonstrando a sua arte de Bom Futebol. Talvez demasiadas vezes através de jogadas individuais. As suas qualidades são evidentes, mas hoje foi dia não. Pouco conseguiu efectivamente produzir.

Rui Pedro:

O nosso melhor marcador na competição, esteve, naturalmente, muito desapoiado entre os centrais. Teve pouca bola, mas sempre que possível, tentava dar linha de passe fugindo da sua posição e recuando no terreno de jogo. Não teve durante toda a partida uma real oportunidade de golo. Acabou por ser bem mais importante fora da sua posição e igualmente muito necessário na mesma, quando lá não estava. Talvez essa indicação fosse um bom sinal para a necessidade de alteração tática.

 

Rafael Leão:

Entrou para substituir o extremo João Filipe, mantendo-se no flanco esquerdo, mas aproximando-se muito mais de Rui Pedro. Foi muito importante, nos primeiros minutos que esteve em campo, ao forçar o erro do lateral direito inglês, Sterling, que acaba por colocar a bola na sua própria baliza e, consequentemente, empatar a partida. Até ao final da partida pouco ou nada mais se viu de Rafael Leão, digno de registo.

Miguel Luís:

Substituiu, a quinze minutos dos noventa, para substituir Dju, passando a jogar nas costas de Rui Pedro. Teve um excelente remate de fora da área, ao minuto 88, que acabou por dar a ideia de golo. Pouco mais teve para registo.

Madi Queta:

Entrou ao minuto 78 para substituir o lateral esquerdo Abdu Conté, juntando-se a Rui Pedro vindo da direita do ataque. Com a sua entrada as alterações foram imensas. Com Dalot a passar para a esquerda, Gedson Fernandes a tapar na direita e Quina e Miguel Luis a fazerem a ligação do meio campo com o ataque. Acabou por ter muito pouco tempo e foi sempre muito e bem marcado por Jay Da Silva, lateral esquerdo inglês. Já em tempo de descontos teve o golo do empate nos pés após canto batido, ao primeiro poste, por Quina. Golo negado pelo guardião inglês.

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