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JLeague – Os Melhores de 2017 – O Ano de Yu Kobayashi

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JLeague – Os Melhores de 2017 – O Ano de Yu Kobayashi

Depois de integrar o melhor onze da Meiji Yasuda J1 League 2016, Yu Kobayashi soma um pleno em 2017, melhor jogador, melhor marcador, campeão. O Kawasaki Frontale deve bem ao seu avançado o inesperado título nacional.

Aos 30 anos, Yu Kobayashi é eleito o melhor da liga nipónica 2017. Fonte: sítio oficial da JLeague.

Apesar de pouco considerado para a selecção do Japão, com cuja camisola somente soma oito encontros, Yu Kobayashi está aos 30 anos no topo da carreira e deverá ser considerado seriamente para o Mundial 2018.

Os golos e passes decisivos do avançado Frontale, capitão, ajudaram de forma definitiva para que Kawasaki voltasse a ver um ‘seu’ campeão e Kobayashi torna-se no sexto da história da JLeague a dobrar o título de melhor jogador e marcador da competição, no seu caso com toda a justiça.

Além de Kobayashi que, naturalmente, faz também parte do XI ideal da prova em 2017, foram vários os outros honrados.

O melhor onze da JLeague 2017. Fonte: sítio oficial da JLeague.

Kosuke Nakamura

Internacionalizado de forma absoluta pela primeira ocasião em 2017, o guardião Nakamura justificou essa chamada, foi eleito o melhor guarda-redes da Meiji Yasuda J1 League e ajudou a que o Kashiwa Reysol fechasse o campeonato em 4.º lugar, com uma das melhores defesas da competição.

Com apenas 22 anos, Kosuke Nakamura é claramente o nome de futuro da baliza nipónica.

Elsinho

O lateral direito de Porto Velho andou por clubes menores canarinhos até decidir rumar à JLeague em 2015. Tem sido uma das figuras do Kawasaki Frontale e fica na história, como o restante plantel, pela primeira conquista da J1League por parte da franquia.

Típico lateral brasileiro, com técnico, ofensivo, mais alto do que habitual, adaptou-se na perfeição à liga do sol nascente e aos 28 anos é um dos nomes incontornáveis na promoção da prova.

Shintaro Kuruyama

O Kawasaki Frontale é uma das equipas que melhor trabalha a largura e profundidade, o envolvimento ofensivo dos seus laterais foi uma das mais-valias ao longo do ano e assim se prova com a presença de ambos como os melhores de 2017.

Kuruyama tem 25 anos, é um dos ‘alternates’ para o Japão, tendo sido internacionalizado pela primeira ocasião em 2017. Será outro nome a correr por fora para Rússia 2018. Caso o Frontale arranque bem a temporada do próximo é de considerar seriamente para os ‘Samurai Blue’.

Gen Shoji

A completar 25 anos a 11 de Dezembro, o central Gen Shoji é um dos novos nomes do futebol japonês. Duro, raçudo, esteve no título de 2016 do Kashima Antlers e faz parte do onze ideal pelo segundo ano consecutivo. Halhihodzic já o internacionalizou e é outro elemento na órbita do Mundial de 2018.

Por vezes, Gen Shoji tende a exagerar na impetuosidade, contudo é central com mente de médio na saída de bola – mesmo que nem sempre corra pelo melhor, ou seja, está trabalhado para sair a jogar, tem bom passe em profundidade e visão de jogo, consegue perceber marcações aos seus médios para subir e desequilibrar. Ainda tem forte margem de evolução.

Daigo Nishi

É quase impossível abordar a progressão de Shoji sem a associar a Nishi, o defesa-médio do Antlers, o ‘nortenho’, oriundo da fria Hokkaido, que chegou a passar brevemente pelo Marítimo, capaz de subir e marcar, em drible, com uma forte presença dentro e fora do campo, polivalente, eleito também para o onze do ano.

Nishi tem 30 anos e está na melhor fase da sua carreira, agora num papel mais recuado face ao que exibia no início da sua carreira.

Hotaru Yamaguchi

Um dos médios a ter em conta pelo seleccionador bósnio do Japão, tem toda uma vida associada ao Cerezo Osaka, apenas com uma curta e desapontante passagem pelo Hannover 96 em 2016.

Estrela do futebol jovem nipónico, como criativo, foi logo acolhido por Zaccheroni na selecção principal, a par das tremendas exibições nas outras selecções japonesas, mantendo-se nas opções dos sucessores, já contando com 27 partidas pelo Japão.

Depois dos dois anos na J2 League, o regresso à J1 League foi com a sua habitual classe, guiando o Cerezo Osaka até ao pódio e a uma quase certa presença na Liga dos Campeões Asiáticos 2018. Mais uma justa opção para integrar o onze do ano.

Yosuke Ideguchi

Tem somente 21 anos, mas Ideguchi chegou, viu e venceu, sendo já inquestionável a sua escolha para os ‘Samurai Blue’. O Gamba Osaka já se afigura ‘pequeno’ para a qualidade deste prodigioso médio, vencedor do prémio ‘Rookie do Ano’ em 2016 e agora a figurar naturalmente no melhor onze.

Ideguchi não deverá tardar a experimentar palcos europeus.

Kengo Nakamura

A qualidade é eterna, como o provou Kengo Nakamura do alto dos seus 37 anos durante esta temporada, ele que foi outros dos artífices do título do Kawasaki Frontale, antecedendo Kobayashi no prémio MVP – Nakamura venceu-o em 2016.

Kengo Nakamura faz parte do onze ideal da J1 League pela sétima ocasião!

Shinzo Koroki

Com uma temporada menos conseguida, até pelo foco total – a partir de certa altura – na conquista, bem-sucedida, da Liga dos Campeões, o Urawa Reds conta ainda assim com um elemento neste onze ideal, o avançado Koroki.

Talento precoce no Kashima Antlers, onde se estreou aos 19 anos, Shinzo Koroki venceu quase tudo no principal clube nipónico, mudando-se em 2013 para o Urawa Reds, onde obtém o título continental e se estreia no onze do ano.

Kenyu Sugimoto

Talento local de Osaka, Sugimoto tem golo nos pés e cabeça, ajudou o Cerezo Osaka a regressar ao máximo escalão e manteve a pontaria afinada rumo ao pódio na J1 2017, 13 golos, apenas atrás de Kobayashi. É mais um dos recentes debutantes da selecção principal, depois de ter brilhado nos vários escalões inferiores, e já tem um golo. Aos 25 anos, Kenyu Sugimoto ainda tem muito para dar ao futebol nipónico.

Yuta Nakayama

O melhor jovem foi Nakayama, defesa do Kashiwa Reysol, de 20 anos.

O melhor golo foi atribuído a Takahiro Sekine, que no último Verão trocou o Urawa Reds pelos germânicos do Ingolstadt.

Ocorreram várias outras atribuições, o onze de jovens, prémios de desportivismo em todos os escalões, árbitro, directores, numa gala sempre muito bem realizada por parte da liga e federação nipónicas.

 

 

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