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Um olhar sobre o Mundial: Grupos E a H

Um olhar sobre o Mundial: Grupos E a H

Um olhar sobre o Mundial: Grupos E a H

O Mundial Rússia 2018 está prestes a começar, pelo que lançamos um breve olhar sobre cada um dos grupos do maior evento de futebol à escala planetária. Os favoritos de cada grupo, os candidatos a surpresa, numa rápida análise aos oito grupos deste Mundial.

Grupo E

Brasil e o resto. Este é o resumo perfeito para o Grupo E. A canarinha é mais do que favorita e parece utópico que alguém que não o Brasil ocupe o primeiro lugar deste grupo. A equipa de Neymar arranca como a grande candidata ao título e toda a campanha desde que Tite assumiu os comandos da equipa dá força a essa tese. Porém, entre os outros três é difícil arriscar quem será o segundo.

A Suíça é uma equipa de grande qualidade defensiva, enquanto a Costa Rica quererá repetir o brilharete de há quatro anos.

A Sérvia é quem apresenta mais talento de entre as três, fruto da seleção campeã do mundo de sub-20 em 2015, com Milinkovic-Savic à cabeça, mas os sérvios têm tido exibições menos convincentes quando aqui chegam. Tudo em aberto para os três!

Esta dupla promete glória para a Canarinha na Rússia.

Esta dupla promete glória para a Canarinha na Rússia.

Grupo F

Tal como no Grupo anterior, no F a Alemanha assume amplo favoritismo. Campeões em título, os germânicos são inevitáveis favoritos ou a máxima de Lineker não fosse sempre atual: “no futebol são 11 contra 11 e no fim ganha a Alemanha”. A equipa de Low tem vindo a renovar-se, com jovens talentos que asseguraram a qualidade da transição da geração anterior, onde resistem alguns históricos como Hummels. Neuer, Boating ou Muller.

O México parece ser o principal concorrente dos alemães, com uma equipa sempre com qualidade suficiente para sonhar com um lugar no top-8 do Mundial. A ver vamos se a célebre noite de festividades com garotas de programa não pagará fatura elevada.

À espreita está uma Suécia pós-Ibrahimovic. Muita juventude proveniente da equipa que se sagrou campeã europeia de Sub-21 há três anos, entre eles o nosso bem conhecido Lindelof, entre outros.

A fechar o grupo a Coreia do Sul, os asiáticos que são os outsiders deste grupo, com o foco na estrela maior Min Son, do Tottenham. Tirando o brilharete da edição que organizaram com o Japão em 2002, apenas uma passagem da fase de grupos, em 2010. Para além de Min, há vários jogadores nas competitivas ligas do Japão e China, assim como outros no continente europeu, pelo que é de esperar que os coreanos possam tentar fazer frente a México e Suécia pelo segundo posto do grupo.

Os inevitáveis favoritos

Os inevitáveis favoritos

Grupo G

À imagem do Grupo B, com Portugal e Espanha, o Grupo G tem dois claríssimos candidatos à fase seguinte: Bélgica e Inglaterra. Os diabos vermelhos, com a sua geração de ouro, continua a não conseguir resultados internacionais em fases finais de europeus e mundiais à altura da qualidade da sua equipa. Será na Rússia que a Bélgica consegue finalmente chegar perto do título como toda a sua enorme qualidade o justifica?

A Inglaterra é o outro candidato claro aos oitavos neste grupo. Depois de tantas vitórias nos últimos dois anos nos principais torneios europeus e mundiais dos escalões de formação, a equipa de terras de sua Majestade, tem vários nomes de relevo da Premier League, mas tal como os belgas, teimam em falhar rotundamente nas fases finais.

Certo é que é difícil crer que Panamá, em estreia em fases finais, e a Tunísia, possam evitar o apuramento dos dois gigantes europeus. Os africanos têm uma equipa coesa e cínica, que defende muito e bem e é sempre venenosa no contra golpe. Porém, mesmo que consigam surpreender um dos favoritos, conseguir levar a melhor sobre os dois parece uma aposta de um milhão de dólares.

Chegou a hora da glória dos Diabos Vermelhos?

Chegou a hora da glória dos Diabos Vermelhos?

Grupo H

É a par do Grupo A aquele que apresenta um equilíbrio teórico maior, sem um tubarão à cabeça. O favoritismo recai na Colômbia, até pela prestação de há quatro anos no Brasil, mas também pela valia da sua equipa, com um ataque temível, com Falcao, James, Bacca, Muriel, Cuadrado, entre outros.

Próximo dos sul-americanos aparece a Polónia, com uma geração de excelentes valores, com o goleador Lewandowski, à cabeça. A equipa do Leste europeu esteve em bom plano no Europeu e promete agora com mais experiência poder manter a bitola.

Também com fortes hipóteses de seguir em frente neste grupo aparece o Senegal. Das equipas africanos é talvez a que poderá ser a maior surpresa. Com alguns nomes do top do futebol europeu, como Sadio Mané ou o central Koulibaly do Nápoles, tem um meio-campo que joga na totalidade na Premier League, e um futebol que une uma tremenda força física, à velocidade e capacidade técnica. Poderá estar aqui a grande surpresa do Mundial em termos de outsiders.

Por fim, os asiáticos do Japão, uma inevitável presença no Mundial, que tem alternado o apuramento para os oitavos com a eliminação na fase de grupos. Desde 1998 que marca sempre presença e se numa edição fica pelos grupos na edição seguinte chega aos oitavos. Se a tradição se mantiver este é ano de chegar aos oitavos. A tarefa parece difícil num grupo tão equilibrado, mas essa é a beleza do Mundial, com seleções com estilos de jogo tão díspares a lutarem pela glória.

Quatro estrelas para dois lugares. Equilíbrio pauta grupo H

Quatro estrelas para dois lugares. Equilíbrio pauta grupo H

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